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China volta atrás e cancela as negociações de armas com os EUA

Pequim sempre disse que a ilha de Taiwan faz parte de seu território e não aceita renunciar ao uso da força

17 Jul 2024 - 17h50 | Atualizado em 17 Jul 2024 - 17h50
China volta atrás e cancela as negociações de armas com os EUA Lorena Bueri

A China considera a ilha de Taiwan como parte de seu território, enquanto a ilha afirma ser um território independente. Estados Unidos e China sempre disputaram a soberania sobre essa ilha, mas até então estavam negociando um acordo sobre vendas de armas convencionais, já que os EUA vendiam armas para Taiwan. No entanto, nesta quarta-feira (17), a China anunciou que estava cancelando esses acordos, em resposta às vendas contínuas de armas, e reiterou que não abrirá mão desse território, mesmo que tenha que usar a força.

As negociações seguem paradas


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Ilustração de Os Estados Unidos e a China competem em cabo de guerra (Foto: reprodução/Wenjin chen/Getty Images Embed)


Segundo uma fonte da Casa Branca, tudo isso aconteceu porque a China não havia respondido às propostas dos EUA para diminuir os riscos entre ambos. Em contrapartida, como justificativa, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lian Jian, disse: “Os EUA continuam suas vendas de armas para Taiwan e empreendem uma série de ações negativas que prejudicam gravemente os interesses centrais da China, minando a confiança política mútua”. Ambos mantêm desconfianças entre si, especialmente devido aos relatos de que a China estaria desenvolvendo um arsenal particular de armas nucleares para antecipar as ações dos EUA.

Relatório de potências nucleares


potênciasTabela de potências mundiais em armas (Foto: reprodução/ SIPRI/Editoria de Arte)


No relatório anual do SIPRI publicado no último mês, que analisou as tendências dos nove países com arsenal nuclear, foi descrito um panorama onde o número total de ogivas nucleares prontas para uso continua aumentando, em parte devido ao aumento no arsenal chinês. O caso da China exemplifica o alto grau de tensão entre as potências nucleares nos últimos meses. Segundo o relatório, as armas nucleares voltaram a desempenhar um papel central nas relações internacionais, algo não visto com tanta intensidade desde a Guerra Fria.


Foto destaque: Presidente dos EUA e o presidente da China (Reprodução/BRENDAN SMIALOWSKI/Getty Images Embed)

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