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Após terremoto, número de mortes na Turquia e na Síria passa de 37 mil

Uma semana após o tremor de 7,8 graus de magnitude, número de vítimas fatais não para de crescer. Em meio ao desastre, ONU estuda encerrar buscas por sobreviventes.

13 Fev 2023 - 16h30 | Atualizado em 13 Fev 2023 - 16h30
Após terremoto, número de mortes na Turquia e na Síria passa de 37 mil  Lorena Bueri

O número de mortes causadas pelo terremoto que atingiu a Turquia e a Síria, na última segunda-feira (6), chegou a 37.357, de acordo com os dados oficiais atualizados nesta segunda-feira (13).


Terremoto (Foto: Reprodução/Poder 360)


O tremor de 7,8 graus de magnitude provocou 31.643 mortes no sul da Turquia e 5.714 na Síria, segundo a Autoridade de Gestão de Desastres e Emergências (AFAD). O sexto maior terremoto já registrado no mundo.

Também nesta segunda, a Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que a tendência é que a busca por sobreviventes esteja chegando ao fim e o foco deve voltar a ser de garantir abrigo e condições básicas aos sobreviventes.

Mesmo com a decisão, nesta madrugada uma menina de quatro anos e uma mulher foram resgatadas com vida debaixo dos escombros.

A Turquia afirmou que está iniciando processos judiciais contra 130 pessoas que, supostamente, participaram de incorporações de imóveis que foram mal construídos, sem seguir regras de engenharia que poderiam torná-los mais resistentes a tremores.

Bekir Bozdag, ministro da Justiça do país, disse que três pessoas já foram presas e aguardam julgamento; sete foram detidas e outras sete foram impedidas de deixar o país.

Bozdag prometeu punir todos os responsáveis, e os promotores iniciaram a coleta de amostras de edifícios para testar os materiais utilizados nas construções. Apesar da grande magnitude do terremoto, grande parte dos moradores da Turquia estão culpando a má construção por multiplicar a devastação.

Na Síria, tanto o governo, como a organização de socorristas Capacetes Brancos, deixaram de atualizar o balanço de mortos e feridos.

Outras fontes citaram números mais elevados, como é o caso do Governo de Salvação, da Aliança Islâmica Organismo da Libertação do Levante, que é responsável por controlar boa parte da província noroeste síria de Idlib. Segundo o grupo, nas regiões de domínio, há mais mortes do que foram reportadas.

Foto destaque: Terremoto. Reprodução/Brasil de Fato

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