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Alunos são identificados por ameaça a ataques em escolas e são levados para a delegacia no Rio

Dois alunos utilizaram perfis falsos em redes sociais para ameaçar novos ataques em escolas. Prefeito da cidade, Eduardo Paes, comunicou o ocorrido pelo Twitter.

13 Abr 2023 - 23h01 | Atualizado em 13 Abr 2023 - 23h01
Alunos são identificados por ameaça a ataques em escolas e são levados para a delegacia no Rio Lorena Bueri

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), comunicou na tarde desta quinta-feira (13) que dois alunos da rede municipal foram levados à delegacia por estimularem, em perfis falsos nas redes sociais, novos atos de violência em escolas. Esta ação faz parte de uma força-tarefa composta pelas Polícias do estado e o Ministério da Justiça, organizada após a repercussão dos recentes ataques criminosos em São Paulo e Santa Catarina.

Além do monitoramento nas redes sociais, o esquema de inteligência também conta com o apoio da Secretaria Municipal de Educação (SME), por onde recebem as notificações de ameaças sobre os ambientes escolares. Esse procedimento faz parte de um protocolo adotado na rede de ensino carioca para evitar esse tipo de violência, onde orienta que as ameaças a qualquer integrante das escolas sejam notificadas à Policia Civil e ao Laboratório de Operações Cibernéticas (CiberLab) da Diretoria de Operações Integradas de Inteligência do Ministério da Justiça.


Comunicado do prefeito Eduardo Paes sobre a interceptação de alunos com perfis falsos em redes sociais. Reprodução/Twitter/@eduardopaes


Apesar de ser uma ação isolada, o assunto é tratado com atenção em todo o país desde a morte de quatro crianças, em consequência de um ato criminoso ocorrido no último dia 5, em uma creche localizada em Blumenal (SC). Outros estados do Brasil também adotaram medidas com o objetivo de proteger o ambiente escolar, como exemplo o plano "Proteção Escolar", integrado pela Policia Militar de Minas Gerais (PMMG) e o núcleo de educação do estado. A operação é focada em visitas periódicas às insituições de ensino de todas as cidades mineiras, de acordo com a afirmação do Capitão Araújo, do Centro de Jornalismo Policial (CJP), em publicação no portal g1.

Redes sociais no foco das investigações

O foco da investigação nas redes sociais se deve às publicações feitas especialmente no Twitter e TikTok, nas quais alunos promovem a realização de ataques em escolas, numa espécie de desafio. Sobre essas ações, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, se manifestou ao pedir a remoção de conteúdos que incitam ataques às escolas e, na última quarta-feira (12), Dino anunciou uma portaria que inclui normas como a obrigação das redes sociais em cumprir as solicitações da polícia, fazer uma análise de riscos sistêmicos, adotar uma moderação ativa de conteúdos e informar ao Ministério da Justiça quais políticas são adotadas em relação ao algoritmo de recomendação.


Aplicativos de Redes Sociais (Foto: Thomas Ulrich/Pixabay)


Segundo Dino, em entrevista exibida no programa Estúdio I (Globo News), os representantes das redes alegam que os conteúdos são produzidos por terceiros, portanto não reconhecem a responsabilidade das empresas no contexto de segurança apresentado pelo Ministro.

 

Foto Destaque: Logo de divulgação em Educação da prefeitura do Rio de Janeiro. Reprodução: Prefeitura do Rio

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