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Vyttra alcança receita de R$ 300 milhões em 2021

Em 2022, a Vyttra, pretende investir R$ 60 milhões em compra de equipamentos, pesquisa e desenvolvimento. A empresa vem desenvolvendo testes para identificar outras doenças, entre elas a dengue, zika vírus e até intolerância a lactose

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18 Jan 2022 - 18h06 | Atualizado em 18 Jan 2022 - 18h06

Fundada em 2016 através da união das empresas Imunotech, Hemogram e Alka. A Vyttra possui dois setores principais em seu negócio. O primeiro é a frente de automação laboratorial, este setor fornece maquinário e insumos aos laboratórios para realização de diagnósticos de modo centralizado. O segundo setor é a frente de point of care, que fornece tipos de testes de diagnóstico de forma descentraliza, podendo ser encontrado em consultórios, farmácias, pronto atendimento, entre outros locais. Neste segundo setor encontramos os testes rápidos para Covid-19, comumente realizado em farmácias e clínicas.

O setor de point of care é onde a empresa acredita conseguir manter-se em crescimento mesmo após a pandemia. A Vyttra vem desenvolvendo testes para identificar outras doenças como dengue, zika vírus, intolerância a lactose e glúten, testes de alergias e demais doenças infecciosas. “Essa já era uma tendência antes da covid, e com a pandemia ganhou muita força. Estamos nos preparando para oferecer uma série de outras soluções que possam melhorar a vida das pessoas”, afirma Rubens Freitas, CEO da Vyttra.


Smart Test Vyttra. (Foto: Reprodução/Pharma Innovation.)


A Vyttra teve um aumento surpreendente na busca pelo produto, devido a variante Ômicron. No segundo semestre do ano passado a empresa estava entregando cerca de 100 a 200 mil testes, visto que a vacinação já estava avançada. Com o surgimento da nova variante, o número de testes entregues chegou a 700 mil no período entre o final de dezembro e início de janeiro.

Devido à falta de testes por conta do aumento da demanda e o desabastecimento mundial de insumos, tem sido discutida a possibilidade de autotestes serem disponibilizados no mercado. Com esse produto os pacientes poderiam se testar em casa e os resultados estariam disponíveis em minutos. O produto já vem sendo usado em países asiáticos, europeus e nos Estados Unidos.


Teste de Covid-19. (Foto: Reprodução/Revista da Farmácia)


O pedido de autorização para autotestes de covid-19 já foi encaminhado pelo Ministério da Saúde à Anvisa, espera-se que a Agência avalie nos próximos dias. De acordo com o presidente da Vyttra, a empresa tem possibilidade de fornecer o produto logo após a liberação da Anvisa. “Uma vez que as orientações estejam claras, vamos nos adaptar e disponibilizar o produto no mercado. Do ponto de vista de política pública, faz muito sentido ter o autoteste disponível para a população”, sinaliza ele.

A Vyttra já conta com mais de seis milhões de unidades vendidas do teste rápido para Covid-19. Conquistando uma receita de R$ 300 milhões em 2021, esses valores foram avaliados antes da nova onda de Covid chegar ao país. Para o próximo ano a empresa pretende investir R$ 60 milhões em compra de equipamentos, pesquisa, capacidade produtiva e desenvolvimento.

 

Foto destaque: Logo Vyttra. Reprodução/cbdl.

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