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Vice-presidente da Argentina presta depoimento e afirma que não percebeu a arma apontada para sua cabeça

Em depoimento à polícia argentina, Cristina Kirchner, vice-presidente da Argentina, afirmou que não viu o momento em que sofreu um atentado. Segundo ela, só percebeu o que havia acontecido em sua casa.

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03 Set 2022 - 17h17 | Atualizado em 03 Set 2022 - 17h17

A tentativa de homicídio que Cristina Kirchner sofreu nesta quinta-feira (1) chocou o mundo. A vice-presidente da Argentina prestou depoimento à polícia sobre o caso e disse que não viu Fernando Andres Sabag Montiel, brasileiro de 35 anos, apontando uma arma em direção a sua cabeça. Ainda, afirmou que só entendeu o que havia acontecido quando chegou em casa.

O depoimento foi dado à juíza María Eugenia Capuchetti e ao promotor Carlos Rívolo, que conduzem o inquérito. Segundo o jornal “La Nación'', da Argentina, o depoimento foi breve e inconclusivo, servindo apenas para ouvir da própria Cristina o que ela viu durante a tentativa de homicídio.

Outros indivíduos que também prestaram depoimentos, foram os policiais que escoltavam a vice-presidente durante a noite do atentado. A princípio, todos foram ouvidos como testemunhas, mas, com a ação de Fernando Montiel, ficou claro que haviam diversas falhas na segurança da vice-presidente. Portanto, pode ser que os oficiais se tornem réus. Eles também vem sendo muito criticados pela população. Apesar disso, Agustín Rossi, Chefe de Inteligência da Argentina, afirmou que não houve falhas na segurança de Cristina.

Outro que também foi ouvido pela polícia foi o “atirador”, Fernando Montiel, que ficou em silêncio durante todo o depoimento. O homem, filho de pai chileno e mãe argentina, nasceu em São Paulo, em 1987, porém se mudou para o país vizinho em 1997. Foram ouvidas pessoas de convívio dele, como um amigo, que afirmou que ele sofria bullying na escola e já havia feito ameaças aos seus colegas, e sua namorada, que estava em choque com o caso.

"Fiquei espantada. Não pensei que ele conseguiria fazer algo assim. Eu tinha amigos e nenhum deles me chamou a atenção [sobre atitudes do Fernando]”, comentou sua namorada à Telefe Ambar, que também se defendeu falando que eles namoravam há apenas um mês.


Fernando Montiel em suas redes sociais. Fonte: Reprodução/Redes sociais de Fernando


Fernando Montiel trabalhava como motorista de aplicativo e foi descoberto também que ele guardava munições em sua casa. Junto disso, as tatuagens nazistas e o pertencimento a grupos de extrema-direita marcam a figura do suspeito. Segundo o jornal “La Nación”, o homem pertencia a grupos de perseguição “ligados ao radicalismo e ao ódio”.

 

Foto destaque: Cristina Kirschner acenando para pessoas. Fonte: AGUSTIN MARCARIAN/REUTERS

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