Saúde

Vacinação e isolamento podem ter evitado mais de 380 mil hospitalizações e 66 mil mortes

Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), as vacinas e as medidas de isolamento social podem ter evitado mais de 380 mil hospitalizações e 66 mil mortes no Rio de Janeiro até junho de 2021.

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25 Fev 2022 - 18h52 | Atualizado em 25 Fev 2022 - 18h52

Segundo uma pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) as vacinas e as medidas de isolamento social podem ter evitado mais de 380 mil hospitalizações e 66 mil mortes no Rio de Janeiro até junho de 2021. O foco do estudo, publicado no jornal Infectious Disease Modelling. 

Foi revelado na pesquisa, que apenas as vacinas teriam evitado mais de 230 mil casos de hospitalizações e mais de 43 mil mortes. E medidas como: uso de máscaras e isolamento social, 150 mil hospitalizações e 23 mil óbitos.

Para chegar nesses números, os pesquisadores do Programa desenvolveram modelos matemáticos capazes de entender a dinâmica do vírus na cidade do Rio. A intenção do estudo era mostrar que a diminuição do número de óbitos e casos graves surgiram a partir da adoção da vacinação e do uso de máscara, isolamento social, higiene, entre outras. 

Entretanto, é importante lembrar que a vacinação brasileira contra a COVID-19 começou, no dia 17 de janeiro de 2021. Os primeiros seis meses de campanha foram marcados por inúmeras dificuldades, como falhas em bancos de dados, a escassez de imunizantes, disseminação de fake news, “sommeliers” de vacina (pessoas que queriam escolher o fabricante da vacina que iriam receber), entre outros. 


Vacina de Covid-19 (Foto: Reprodução/AFP)


A mudança de cenário com a Ômicron

A variante ômicron foi detectada pela primeira vez na África do Sul, aumentando a preocupação da Organização Mundial da Saúde (OMS).  Desde então, ela se espalhou rapidamente por todo mundo: em janeiro, já era a variante predominante no planeta. No Brasil, provocou aumento significante no número de casos, interrompendo um movimento de queda nos números de casos e mortes. 

Segundo o pesquisador Daniel Villela, com a chegada da nova variante Ômicron no país há necessidade da continuação de todos os cuidados combinados com as doses de reforço da vacina. Para ele, o mesmo filme se repete, porém, com elementos novos, passando a mensagem que políticas combinadas fazem toda a diferença. 

 

Foto Destaque: Vacina de Covid-19. Reprodução/Rodrigo Clemente/PBH

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