Saúde

Uso emergencial da Coronavac será discutido pela Anvisa

O grupo a ser contemplado pelo uso emergencial da Coronavac pertencem a faixa etária de 3 a 5 anos de idade. A pauta será discutida pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa).

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09 Jul 2022 - 09h30 | Atualizado em 09 Jul 2022 - 09h30

Na próxima quarta-feira (13/7) será discutido a autorização do uso emergencial da Coronavac - vacina contra a Covid-19 - para crianças de 3 a 5 anos de idade. No Brasil, o imunizante é utilizado pelo público adulto e abrange também crianças e adolescentes pertencentes a seguinte faixa etária - de 6 a 17 anos. 

Conforme informado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a pauta será discutida através de uma vídeo conferência com a presença de diretores, transmitida ao vivo pelo canal da Agência na plataforma do YouTube. O horário previsto para o início da reunião é às 14h30. 

Na China, Hong King, Equador, Chile, Tailândia, Camboja e Colômbia, o uso emergencial da vacina Coronavac em adolescentes e crianças já é permitido.


Imunização infantil  (Reprodução/ CNN)


Já no Brasil, o uso do imunizante contra a Covid-19 no grupo contemplado atualmente - crianças e adolescentes de 6 a 17 anos; foi autorizado no dia 20 de janeiro, após solicitação do Butantan. O Instituto solicitou que o uso emergencial da Coronavac fosse estendido a faixa etária de 3 a 17 anos. Entretanto, o pedido não pode ser atendido devido as lacunas encontradas nos estudos de segurança e efetividade do imunizante no que se referia ao imunossuprimidos e crianças de 3 a 5 anos de idade.

Posteriormente, em 11 de março, o Instituto Butantan refez a solicitação visando a inclusão da faixa etária ainda não contemplada pelo uso da Coronavac - 3 a 5 anos de idade. 

Para a aprovação do pedido, são considerados critérios internacionais rigorosos. Através da análise criteriosa dos dados disponíveis de estudos a cerca do que foi solicitado, juntamente com as informações apresentadas no pedido de ampliação, será determinado a viabilidade e a segurança de uma possível inclusão do grupo ainda não contemplado pela Coronavac. A qualidade dos dados referentes ao pedido é fator determinante para a autorização ou não do uso emergencial do imunizante.

 

Foto destaque: Coronavac (Reprodução/ Jornal da USP)

 

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