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Toyota pretende cumprir 6 demandas ambientais até 2050

Diretora de sustentabilidade da Toyota Brasil diz que carros montadoras que só tiverem carros a combustão no portfólio vão ficar de fora do mercado no futuro.

3 min de leitura
01 Nov 2022 - 09h20 | Atualizado em 01 Nov 2022 - 09h20

No momento, consumidores não estão mais comprando produtos no qual não se identifiquem com seus valores. Para Viviane Mansi, diretora de sustentabilidade da Toyota do Brasil,  é preciso investir em ESG, para cumprir a demanda.

Ela continua dizendo que devido às expectativas e exigências da sociedade estão mudando montadoras que só tiverem carros a combustão no portfólio vão ficar de fora do mercado no futuro. No entanto, para ela, é preciso que as empresas se mantenham atualizadas para seguir competitivas no mercado e colher os frutos financeiros disso, trabalhar o lucro com propósito.

Segundo Mansi, uma empresa como a Toyota possui uma responsabilidade enorme para com a sociedade e para com o meio ambiente. Algumas pessoas têm a convicção que ESG não interessa para os negócios, mas, a executiva diz que não é possível negá-lo.

“Não tem como dizer que uma fabricante de automóveis não gera impactos para o planeta. Por isso trabalhamos em nossos objetivos.”, explica Viviane Mansi.


Toyota (Reprodução/Instagram)


A Toyota possui uma meta de cumprir seis desafios ambientais até 2050, com o intuito de reduzir a pegada de carbono e o aquecimento global. São elas:

1. Novos desafios com emissão zero de CO2;

2. Ciclo de vida com emissão zero de CO2;

3. Emissão zero de CO2 nas fábricas;

4. Minimizar e otimizar o uso da água;

5. Estabelecer uma sociedade e sistemas baseados em reciclagem;

6. Estabelecer uma sociedade em harmonia com a empresa.

Essas demandas foram pautadas no Acordo de Paris.

Mansi diz que estão comprometidos com essas demandas, para contribuir com o desenvolvimento de uma sociedade sustentável. Os investimentos para cumprir essas demandas são altos e, talvez, demorem um pouco para serem alcançados, mas compromisso é compromisso, afirma a executiva.

Materiais antes destinados à reciclagem ou descarte, como, por exemplo, cintos de segurança, agora são destinados aos grupos de costura de Indaiatuba, como a Cooperativa Uni Arte Costura e Sorocaba, Associação Social Comunidade de Amor — ASCA.

Foto Destaque: Toyota. Reprodução/Instagram

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