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TSE acata pedido de Tebet para retirada de propaganda com Michelle Bolsonaro

A alteração do programa eleitoral em que a primeira-dama aparece na maior parte do tempo, passando limite estabelecido por lei, deve ocorrer para as duas próximas exibições da propaganda eleitoral obrigatória em rádio e TV.

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02 Set 2022 - 22h00 | Atualizado em 02 Set 2022 - 22h00

Simone Tebet (MDB) disse em entrevista à CNN que se a primeira-dama Michelle Bolsonaro quiser fazer campanha para o presidente que busque outra alternativa dentro da lei. Após pedido de retirada da propaganda de rádio e TV pela senadora, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da manhã desta sexta-feira (02) exige que — por aparecer por mais de 25% no tempo destinado a apoiadores — ela seja retirada do ar. A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) ficou irritada.

Essa alternativa indicada por Tebet deve surgir rapidamente. A campanha do presidente deve fazer novas gravações de trechos do programa eleitoral em um tempo menor. De acordo com interlocutores de profissionais que trabalham na candidatura de Bolsonaro a estratégia de usar a primeira-dama nos programas e inserções é atrair votos do eleitorado feminino.


Imagem de Tebet no primeiro debate presidencial das Eleições 2022, na Band. (Foto: Reprodução/Veja Miguel Schincariol/AFP)


A candidata Simone Tebet avaliou não ser contra Michelle fazer campanha ou aparecer nos programas de Bolsonaro. Ela somente espera que a justiça eleitoral continue agindo para que haja equidade no processo eleitoral e respeito do tempo com inserções menores de apoiadores dos candidatos à Presidência da República nessa eleição.

A reportagem da CNN ainda traz a opinião da ministra do TSE Maria Cláudia Bucchianeri. Ela disse que Michele não pode “emprestar sua imagem e voz” para a campanha de Bolsonaro e ser equiparada à uma mera apresentadora dos atributos do Governo Federal sendo que não apresenta aptidão para essa transferência de prestígio de tais atributos.

Em 2018 uma situação parecida tomou dimensão parecida na imprensa. Na época, o mesmo TSE teve que mandar orientações para a campanha petista que ainda tinha Lula como candidato à Presidência. O ex-presidente estava impossibilitado de concorrer ao cargo e mesmo assim aparecia inúmeras vezes nos primeiros e propagandas eleitorais. No entanto, as inserções foram permitidas durante o decorrer da campanha de Fernando Haddad, o presidenciável confirmado pela justiça eleitoral para substituir Lula. Isso foi permitido porque as inserções não ultrapassaram o limite de tempo para não-candidatos.

Foto Destaque: Reprodução/Propaganda eleitoral Jair Bolsonaro 

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