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Segurança cibernética e os Gig Economy

Gig Economy ou Gig Works uma tendência que está crescendo e as cautelas para as pessoas terem ao acessar as plataformas e sites. Hackers sendo contratados por empresas.

3 min de leitura
06 Set 2022 - 15h00 | Atualizado em 06 Set 2022 - 15h00

O termo Gig economy é uma nova tendência de trabalho que inclui pessoas que optam ou por necessidade trabalhar como freelancers, trabalhos temporários e autônomos sem vínculos empregatícios. As pessoas que são Gig Works – como também são chamados – faz do seu trabalho como única fonte de renda, uma renda extra ou secundária. Gig é uma referência da natureza transitória do próprio trabalho. Os apps de entrega trás estas possibilidades para muitos entregadores como o Ifood, Rappi dentre outros. 


Rappi - TwitterRappi (Foto: Reprodução/ Twitter)


Na tecnologia sempre houve profissionais que são desenvolvedores freelancers, trabalhar com tecnologia tem seus prós e seus contras – Lado ruim e lado bom – criar um app revolucionário e inovador que facilite o dia a dia das pessoas, isso é bom. Mas o lado ruim são pessoas que utilizam suas habilidades e competências tecnológicas para serem hackers cibernéticos e crimes cibernéticos. 

As pessoas que trabalham na segurança cibernética estão defasadas no mercado de trabalho. Algumas empresas contratam os profissionais de TI (Tecnólogos da informação) para fazer o hacker éticos, para testar os possíveis ataques cibernéticos que a empresa poderia sofrer ao longo da sua existência na internet.  

A Dar web ou Internet obscuras são links muitas vezes difíceis de acessar, onde os criminosos cibernéticos usam para entrar em sites que não podem sem acessados por pessoas comuns, nestes sites eles roubam dados e informações, sendo atos ilegais para serem feitos. 

Nas plataformas e sites de venda e comprovas de produtos, como informado acima, os dados que são colocados como número de telefone, e-mail, endereço, números de documentos entre outros dados, tem que ter muita cautela nos sites, porque pode houver um criminoso cibernético à espera destes dados pessoais. Agências de inteligência e policiais acabam se passando por vendedores ou compradores para encontrar estes criminosos é necessário ficar muito atento aos links e plataformas no momento do acesso, os sites muitas vezes não têm números para contato ou qualquer contato para informações. 

 

 

Foto destaque: Ifood. Reprodução/ Twitter

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