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Saiba qual é a palavra do ano de 2021 eleita pelos brasileiros

Brasileiros participam de pesquisa para escolher palavra do ano de 2021. A eleita foi vacina. Em 2020, a palavra escolhida foi luto, por conta do volume de vítimas fatais do coronavírus

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19 Dez 2021 - 08h50 | Atulizado em 19 Dez 2021 - 08h50

O mundo está passando pelo segundo ano consecutivo atípico  sob um contexto pandêmico de coronavírus e, a esperança de toda comunidade médica-científica mundial para combater a doença viral desde o princípio, era e continua sendo a vacina. Desse modo, uma pesquisa concluiu que a palavra escolhida  pelos brasileiros é a vacina.


Vacina é eleita a palavra do ano(Foto: Reprodução/Cause)


O levantamento  foi realizada pela Cause/Instituto de Pesquisa Ideia e, a priori, com os profissionais da comunicação, os jornalistas e publicitários, pesquisadores e acadêmicos e, posteriormente, ouviu os demais  brasileiros das cinco regiões do país.  Mas, não é só no Brasil que o imunizante foi eleito. Por conta do grande volume de buscas realizadas neste ano em torno das vacinas que levam a uma série de questões políticas, o dicionário inglês Merriam-Wbester também elegeu vacina como a palavra para representar 2021, assim como o dicionário de Oxford.

Em entrevista ao Jornal Nacional, na edição da última sexta-feira (18), Monica Gregori, diretora executiva da Consultoria Cause, disse que a escolha foi unânime,“em todos os estratos sócio-econômicos, de gênero, de raça, de religião”.  Para Gregori, a expectativa em torno do imunizante simboliza a cura.

Para 2022, segundo o instituo, a palavra escolhida para o ano vindouro, é esperança. De acordo com informações registradas no site, “o termo “vacina” foi escolhido por 22% da população. Em segundo lugar, teve destaque a palavra “esperança”, apontada por 15% dos entrevistados, seguida por “incerteza”, com 11% das preferências”.

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Ao contrário de 2021 e as expectativas positivas para 2022, em 2020, a palavra que escolhida pelos brasileiros foi “luto”, por conta do grande número de vidas perdidas por complicações nos quadros clínicos dos pacientes com Covid-19, doença até então desconhecida e que exigiu esforços fenomenais  dos cientistas para a produção imediata de um imunizante para controlar o número de vítimas fatais pelo vírus.

Segundo o consórcio de veículos da imprensa, parceria entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, até ontem(18) o Brasil registrou  617.784 óbitos e 22.209.815 de pessoas contaminadas pelo coronavírus.

Foto Destaque: Vacina contra  a covid-19. Reprodução/Jornal da USP

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