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Polícia Federal investiga morte de girafas em resort no Rio

A ação foi desencadeada a partir de um inquérito policial instaurado pela Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, na última sexta feira.

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27 Jan 2022 - 15h24 | Atualizado em 27 Jan 2022 - 15h24

Um grupo de 18 girafas desembarcou no Brasil vindas de Joanesburgo, na África do Sul em novembro de 2021. A morte de três girafas no Rio de Janeiro virou caso de polícia. A nova casa delas seria o Bioparque, novo zoológico do Rio de Janeiro.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) autorizou a importação dos animais, que custou cerca de R$ 6 milhões. Antes de ir para o Bioparque, as girafas tiveram que passar por uma quarentena de adaptação em um Resort em Mangaratiba. Mas a estadia se estendeu por mais de dois meses em um local pequeno e não adequado para os bichos do porte das girafas, segundo denúncia de um ambientalista.


Resort Portobello Safari, em Mangaratiba, onde foram encontradas as girafas (Foto: Reprodução/Hotel Urbano)


No dia 14 de dezembro os veterinários levaram o grupo para tomar banho de sol. Seis delas acabaram derrubando a cerca e fugindo. Todas foram encontradas, mas três acabaram morrendo logo após a fuga. Até o momento, ainda não se sabe a causa das mortes. O Instituto Estadual do Ambiente esteve no resort em Mangaratiba, antes da chegada das girafas e informou que a vistoria constatou boas condições para receber os animais. Em cada baia de 40 metros ficam três girafas.

A Polícia Federal informou que a Delegacia de Meio Ambiente começou a fazer diligências, e o Ministério Público Federal também analisa uma denúncia sobre o caso. A ação foi desencadeada a partir de um inquérito policial instaurado pela Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico e foi acompanhada também por analistas ambientais do IBAMA.

Em nota, o Bioparque disse que não houve maus tratos dos animais e que as denúncias são infundadas. Acrescentou, também, que está à disposição dos órgãos competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários e que o processo de importação foi devidamente aprovado pelos governos brasileiro e sul africano.

 

Foto Destaque: Girafas em galpão de Resort, em Mangaratiba. Reprodução/ Brenno Carvalho / Agência O Globo

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