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Para Zé Roberto, ouro do Brasil só vira com a melhora do psicológico

Renomado técnico da seleção brasileira de vôlei feminino acredita que a mentalidade das atletas precisa ser mais trabalhada para momentos decisivos, como a final do Mundial contra a Sérvia

18 Out 2022 - 15h40 | Atualizado em 18 Out 2022 - 15h40
Para Zé Roberto, ouro do Brasil só vira com a melhora do psicológico Lorena Bueri

Após semanas intensas de jogos emocionantes, a seleção brasileira conseguiu chegar à final do Campeonato Mundial de Vôlei, mas não levou o ouro para casa. A derrota por 3 sets a 0 para a Sérvia jogou um balde de água fria na expectativa da seleção canarinha em subir no lugar mais alto do pódio. A conquista da medalha de prata levou o técnico José Roberto Guimarães a algumas reflexões, para tentar entender o que faltou para o Brasil, que estava embalado e fazendo boas apresentações, ser derrotado na final do campeonato. Para ele, o aspecto mental das jogadoras poderia ter feito a diferença. O técnico do time brasileiro expressou sua preocupação com o lado psicológico da equipe, enfatizando que essa questão, assim como os aspectos físico e tático do jogo, deve ser considerada essencial na preparação.


Seleção brasileira no pódio pelo segundo lugar no Campeonato Mundial. Foto (Reprodução/Instagram/cbvolei)


“Uma das coisas principais é o fortalecimento do lado psicológico, do mental. Isso a gente precisa melhorar para as futuras competições para exatamente chegar em uma final e conseguir ganhar uma medalha de ouro” – afirmou o técnico vice-campeão do mundial. A seleção brasileira tradicionalmente tem bom desempenho nas competições que disputa, mas desde 2017 o Brasil não sabe o que é ter uma medalha de ouro. O Grand Prix de vôlei foi a última competição em que as jogadoras brasileiras conquistaram o primeiro lugar. De lá pra cá a seleção soma 6 medalhas de prata: uma Copa dos Campeões, três Ligas das Nações (antigo Grand Prix), o segundo lugar nas Olimpíadas de Tóquio e agora entra para a conta o Campeonato Mundial deste ano.

O técnico brasileiro acredita que a seleção precisa se aprimorar para enfrentar jogadoras “fora de série”, como Egonu, destaque da seleção italiana e a sérvia Boskovic. Neste Campeonato Mundial de 2022, o Brasil já havia enfrentado Egonu e sua Itália, triunfando nas duas ocasiões, já contra a Sérvia foi diferente, a seleção brasileira não soube neutralizar Boskovic e terminou o torneio na segunda colocação.

Foto destaque: José Roberto Guimarães em quadra (Reprodução/Wander Roberto/Inovafoto CBV)

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