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Novo Governo busca solução para dívidas bilionárias deixadas por Bolsonaro no exterior

Equipe de transição corre para evitar que país perca direito ao voto na FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) e terá que negociar a liberação de recursos com o Congresso.

25 Nov 2022 - 16h18 | Atualizado em 25 Nov 2022 - 16h18
Novo Governo busca solução para dívidas bilionárias deixadas por Bolsonaro no exterior Lorena Bueri

Equipe de transição no Itamaraty enfrenta novo impasse nesse período de troca de governo. Após levantarem que o país deve mais de R$ 5 bilhões aos organismos internacionais, grupo corre para evitar a perda do direito ao voto na FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) e outras entidades.           


         Palácio Itamaraty (Foto: Reprodução/ Fundação Getúlio Vargas) 


O diplomata Audo Faleiro, os chanceleres Celso Amorim e Aloysio Nunes, e outros nomes que compõem o grupo de transição de Luiz Inácio Lula da Silva, devem analisar quais dívidas são mais urgentes e precisam ser pagas ainda nos primeiros dias de 2023. O Ministério da Economia divulgou os valores levantados até o momento:                                                                            

“O Brasil possui hoje um montante de USD 630.730.439,92 de compromissos vencidos até 31 de dezembro de 2021, e USD 329.954.869,21 de compromissos referentes ao exercício 2022, cujos vencimentos devem ocorrer até 31 de dezembro de 2022.” Disse. 

“Ao câmbio de hoje de R$ 5,2930 por dólar americano, esses valores de passivo vencido e de compromissos 2022, equivalem em moeda nacional a R$ 3.338.456.218,50 e R$ 1.746.451.122,75, respectivamente”. Completou o Ministério.   

Para evitar o desligamento da FAO, o país (que não contribui com a organização desde 2019) deve pagar pelo menos uma parte dá dívida que gira em torno de R$ 5 bilhões. Se não a fizer, a entidade cumprirá sua regra de tirar o direito de participação de decisões internacional, daqueles que não forneceram recursos  por, no máximo, dois anos.                                                       

A situação do governo brasileiro é vista como “vexame” e “reveladora” por funcionários da agência. O país nunca perdeu sua voz na tomada de decisões no Conselho da FAO e agora, devido aos altos números, transição deve procurar o Congresso para buscar soluções contra o desligamento.

Foto destaque: Finanças. Reprodução/NSC Total

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