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Ministério Público denuncia homem que matou petista por homicídio qualificado

A Promotoria definiu a motivação do crime como "fútil por preferências políticas partidárias antagônicas", diferentemente da versão da Polícia Civil. A conclusão dos promotores foi apresentada nesta quarta-feira à Justiça.

20 Jul 2022 - 21h50 | Atualizado em 20 Jul 2022 - 21h50
Ministério Público denuncia homem que matou petista por homicídio qualificado Lorena Bueri

O Ministério Público do Paraná denunciou nesta quarta-feira (20) o agente penitenciário federal Jorge José da Rocha Garanho, que matou a tiros o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) Marcelo Arruda, por homicídio duplamente qualificado. A denuncia foi feita com base no parágrafo 2º do artigo 121 do Código Penal, em seus incisos II (por motivo fútil) e III (com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que possa resultar perigo comum”). 

Marcelo Arruda foi morto em sua própria festa de aniversário de 50 anos, pelo apoiador do presidente Jair Messias Bolsonaro (PL), em Foz do Iguaçu. O tema de sua festa era em homenagem ao PT e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


Marcelo Arruda. (Foto/Reprodução/G1)


O documento que foi apresentado a justiça pelo MP contra o policial penal menciona duas vezes o fato de o crime ter motivação políitica. A justiça aceitou a denúncia contra Garanho, que virou réu. 

Segundo a Promotoria, Garanho atirou em Marcelo Arruda quando ele já estava caído, dizendo "petista vai morrer tudo [sic]". Ao descraver a dinâmica do crime, o Ministério Público informa que a briga entre Garanho e Arruda teve como motivação "preferências político-partidárias antagônicas'

Para os Promotores Luis Marcelo Mafra Bernardes da Silva e Tiago Lisboa Mendonça, Garanho iniciou a briga por está inconformado com o fato de Arruda estar celebrando o aniversário com a temática do PT. Segundo eles, Garanho foi ao local "provocando indistintamente todos os convivas [que não conhecia] com expressões que difamavam o opositor [Lula ladrão, PT lixo] e exaltavam o político de sua prefêrencia [Bolsonaro Mito, aqui é Bolsonaro].

"O denunciado, então, deixou o local, mas não sem antes prometer que lá retornaria e acabaria com todos, não obstante à fútil motivação da querela", diz a denúncia.

Foto Destaque : Marcelo Arruda na sua festa de 50 anos. Reprodução/G1 

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