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Jair Bolsonaro abre discursos na Assembleia Geral da ONU

Tradicionalmente, o representante brasileiro é o primeiro a discursar na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Também discursaram antes de Bolsonaro, o presidente da assembleia, Csaba Korosi e o secretário-geral, Antonio Guterres.

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20 Set 2022 - 16h05 | Atualizado em 20 Set 2022 - 16h05

Em um discurso com duração de aproximadamente vinte minutos, o presidente Jair Bolsonaro abordou temas polêmicos, como suas ações durante a pandemia de Covid-19, críticas a governos petistas, pautas conservadoras e se posicionou favorável ao cessar-fogo na Ucrânia.

O presidente do Brasil, nesta terça-feira (20), relembrou ações de seu governo em seu pronunciamento na Organização das Nações Unidas, como por exemplo a redução de impostos visando a diminuição dos preços dos combustíveis, privatizações de empresas estatais e o Auxílio Brasil, para auxiliar a população de baixa renda.

Bolsonaro também citou os casos de corrupção na Petrobrás, que foram investigados pela operação Lava Jato, da Polícia Federal, para atacar os antigos governos petistas, alegando que seu governo acabou com a “corrupção sistêmica” no país e atacando em seu discurso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atual candidato à presidência pelo PT, citando as condenações de Lula em duas instâncias, que foram anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), após o Tribunal decidir que o juiz à época, Sérgio Moro, teve sua conduta parcial no decorrer do processo.


                                       

                                       Assembleia Geral da ONU em Nova York (Foto: reprodução/ Mike Segar/Reuters)


As pautas conservadoras também fizeram parte do discurso de Bolsonaro, que afirmou: “...outros valores fundamentais para a sociedade brasileira, com reflexo na pauta dos direitos humanos, são a defesa da família, do direito à vida desde a concepção, à legítima defesa e o repúdio à ideologia de gênero.” Em relação à pandemia, o presidente disse não ter poupado esforços para salvar vidas e afirmou que 80% da população brasileira foi vacinada contra a Covid-19. Porém, a postura de Bolsonaro foi criticada por especialistas, por ele ter minimizado a pandemia e descumprido protocolos sanitários. Além disso, em torno de 50% da população brasileira recebeu, de fato, a dose de reforço da vacina contra a Covid-19.

O atual chefe de estado do país, em seu quarto discurso na ONU, também defendeu o cessar-fogo imediato na Ucrânia e a busca por uma solução duradoura e sustentável do conflito, através de diálogos entre os países em guerra. Além disso, afirmou que o Brasil é contra o isolamento diplomático e econômico.

A Assembleia Geral da ONU, neste ano, deve reunir líderes de 193 nações ao redor do mundo. Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, também participará, de forma remota.

 

Foto destaque: Bolsonaro em discurso na ONU (Reprodução/Yuki Iwamura/AFP)

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