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Entenda mais sobre redes e centrais de negócio

O objetivo dessas parcerias é obter vantagens estratégicas e agregar valor aos produtos e serviços comercializados, beneficiando seus clientes, e as empresas também.

3 min de leitura
01 Nov 2022 - 15h29 | Atualizado em 01 Nov 2022 - 15h29

Segundo o Sebrae as redes ou centros de negócios caracterizam-se pela união de duas ou mais organizações que pretendem crescer de forma estruturada no mercado. É uma iniciativa de empreendedores baseada na soma e cooperação de empresas independentes. Em suma, neste sistema vários empresários se reúnem para aumentar a participação de mercado, reduzir custos de matéria-prima, desenvolver planos de marketing e outras iniciativas. Vale ressaltar que não se trata de uma fusão no sentido de que as empresas perdem sua identidade, ou muito menos de um sistema de franquias.


(Foto: Reprodução/Banco de dados)


 

“Cooperar não é uma estratégia recente no mercado brasileiro. O modelo das redes associativas começou a ser popularizado no Brasil por volta dos anos 2000, com forte apoio do Sebrae e de programas públicos” comenta Douglas Wegner, mestre em Administração de Empresas pela Unisinos University (Porto Alegre) e pós-doutorado pela Dortmund University (Alemanha), enfatizando a gestão de projetos conjuntos de inovação social.

Segundo ele, as redes consistem em grupos de empreendedores que compartilham interesses e objetivos comuns, principalmente no mesmo campo.

O professor ainda explica que as vantagens das empresas que atuam em redes associativas ou centros de negócios resumem nos chamados ganhos relacionais, que as empresas podem alcançar apenas por meio da cooperação, resultado que não pode ser criado sozinho.

“Ganhos relacionais envolvem diversos benefícios que as empresas podem ter ao participarem de uma rede associativa. Um desses benefícios é o ganho de conhecimento: as boas práticas utilizadas em cada uma das empresas associadas, se forem combinadas dentro da rede, têm o potencial de gerar conhecimentos novos e inovações”

Atualmente, não há uma legislação que proíba indivíduos de participar desse modelo de negócios. No entanto, a maioria deles são formados por pessoas jurídicas. Ou seja, desde micro e pequenas empresas até empresas maiores ou empreendedores independentes. A diversidade do setor empresarial é enorme. Existem centros que acolhem empresas de comércio, educação, tecnologia, agricultura, entre outras.

 

(Foto: Reprodução/Sebrae)

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