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Cônsul é preso no Rio de Janeiro

A Polícia apura o envolvimento de Uwe Hebert Hahn na morte de seu companheiro, Walter Henri Maximilien Biot. Evidências apontam que a vítima teve uma morte violenta, diferentemente da versão apresentada pelo cônsul.

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07 Ago 2022 - 10h15 | Atualizado em 07 Ago 2022 - 10h15

O cônsul Uwe Herbert Hahn (lotado no Consulado da Alemanha no RJ), foi preso na noite de ontem no Rio de Janeiro. A polícia investiga o envolvimento do cônsul na morte de seu companheiro, o belga Walter Henri Maximilien Biot.

Em depoimento, Uwe relatou que o marido tinha sofrido um mal súbido, na noite da sexta-feira (5). Posteriormente, ele teria batido a cabeça e morrido.

Entretanto, uma análise feita no corpo do belga e no apartamento em que o casal residia em Ipanema, apontou que Walter foi vítima de uma morte violenta, diferentemente da versão contada pelo marido da vítima.

A delegada Camila Lourenço, da 14° DP, solicitou a prisão do cônsul baseada no resultado da perícia técnica, juntamente com a versão apresentada por ele - distinta das provas recolhidas. Segundo a delegada, o cadáver apresentou diversas lesões compatíveis com uma agressão. 


Residência do casal (Reprodução/ G1)


 

Walter não chegou a ser socorrido após a agressão. Quando o Samu chegou ao local da ocorrência, ele já estava tendo uma parada cardiorrespiratória. Além de apresentar lesões na cabeça e nas nádegas, a vítima sofreu traumatismo craniano causado por uma lesão na nuca. O rosto, peito, barriga e pernas do belga também estavam machucados. 

O apartamento em que o casal residia foi periciado. Manchas de sangue recém lavadas foram encontradas em um poltrona. O local teria sido limpo por uma secretária do cônsul que justificou a limpeza alegando que um cachorro estaria lambendo as poças de sangue. Os investigadores retornarão ao cenário do crime para realizar uma nova perícia. 

O cônsul contou à polícia que o parceiro estava triste devido a mudança do casal para o Haiti. Walter completaria 53 anos no próximo sábado e estava com o cônsul desde os 30. O casal residiu nos últimos quatro anos no Rio, local que se tornou cenário da morte violenta do belga. 

Foto destaque: Uwe Hebert Hahn e Walter Henri Maximilien Biot (Reprodução/Uol)

 

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