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Castro, Freixo e Neves estão na liderança para governo do Rio

O Palácio Guanabara terá um novo ocupante a partir de 2023. Candidatos a governador do Rio são velhos conhecidos na política carioca, porém a reprovação deles é muito grande.

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26 Ago 2022 - 18h17 | Atualizado em 26 Ago 2022 - 18h17

O governo do Estado do Rio de Janeiro segue disputado por três nomes: Cláudio Castro (PL), Rodrigo Neves (PDT) e Marcelo Freixo (PSB). Com chances reais de vitória, o atual governador do Rio, Cláudio Castro segue na liderança com 26% das intenções de votos, com reais chances de vencer no primeiro turno. Em segundo, aparece o Deputado Federal Marcelo Freixo, com 16% das intenções. Já em terceiro aparece o ex-prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, com 8% das intenções de votos.

Perguntados, 71% dos eleitores responderam que não sabem em quem votarão para o governo do Rio de Janeiro nas próximas eleições. A intenção dos candidatos abaixo do Castro é buscar o voto de cada um dos 71%, pois o número fará muita diferença no primeiro turno.


Palácio Guanabara (Foto: Reprodução/GloboNews)


Outros candidatos também aparecem nas intenções de votos, que é o caso do ex-governador do Rio, o impeachmado Wilson Witzel (PMB), que tinha Cláudio Castro como seu vice, e sofreu o impeachment após ser acusado de corrupção na área da saúde durante a pandemia de covid-19. Cyro Garcia (PSTU) tem 3% das intenções de votos. O Deputado Federal, Paulo Ganime (NOVO) e Eduardo Serra (PCB) pontuaram 1%. Juliete Pantoja (UP) e Luiz Eugênio Honorato (PCO) não pontuaram na pesquisa.

Já a rejeição aparece forte até com candidatos que lideram as pesquisas. Rodrigo Neves aparece com apenas 6% de rejeição, já Marcelo Freixo aparece com 29%, Cláudio Castro 9%. O líder de rejeição é o Wilson Witzel, com 43%. O índice de conhecimento fica a favor de Marcelo Freixo, com 79% dos eleitores, Castro com 67%, e Rodrigo Neves é o menos conhecido, com 57%.

Marcelo Freixo

Freixo nasceu em 12 de abril de 1967, em São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro. Marcelo Freixo é Deputado Federal e filiado hoje ao PSB. Ele já foi do PSOL, onde foi deputado por três mandados consecutivos, mas saiu para tentar o governo do Rio e ganhar mais força, já que nunca teve tanta no estado. 

Freixo já tentou ser prefeito do Rio, batendo todas às vezes na trave. Em uma delas, Marcelo foi segundo colocado contra o seu xará, Marcelo Crivella, obtendo 1.163.662 votos (40,64%). Freixo ganhou destaque quando presidiu a CPI das milícias no Rio.

Rodrigo Neves

Rodrigo Neves Barreto nasceu em Niterói em 28 de junho de 1976. Rodrigo é formado em Ciências Sociais. Foi vereador, deputado estadual, secretário estadual de assistência social e prefeito de Niterói por dois mandatos. Ele já foi filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), onde tentou em 2008 pela primeira vez ser prefeito de Niterói, mas perdeu para Jorge Roberto, do PDT. Em 2015, Rodrigo Neves se filiou ao Partido Verde (PV), e se tornou prefeito de Niterói no ano seguinte.

Rodrigo Neves já foi preso por acusação de corrupção e formação de organização criminosa em um suposto esquema que envolvia o pagamento de propina para empresários do setor de transportes a agentes públicos da cidade onde foram desviados R$ 10,9 milhões dos cofres públicos.

Em dezembro de 2020, o MPF denunciou Rodrigo Neves e mais 8 pessoas por corrupção e fraude em licitação do município. A ação entregue ao Tribunal Regional Federal da 2° Região (TRF2). 

Cláudio Castro

Cláudio Bomfim de Castro e Silva nasceu em Santos, no dia 29 de março de 1979. É formado em direito e político filiado ao Partido Liberal (PL) e atual governador do Rio de Janeiro. Como vice-governador de Wilson Witzel, assumiu o governo do estado em 28 de agosto de 2020 após o impeachment do mesmo.

Cláudio já foi investigado por suposto envolvimento por recebimento de propina após uma delação premiada de Bruno Selem, ex-funcionário da empresa Servlog. Quando era ainda vice-governador, Cláudio Castro recebeu R$100 mil em propina de um empresário investigado por corrução. 

Em 2021, Castro foi investigado pelo MP por suspeita de fraude na compra de mais de 1 milhão de cestas básicas durante a pandemia de Covid-19. Segundo o TCE, o prejuízo é de R$3,4 milhões aos cofres públicos.  Mesmo após o procurador-geral de justiça, Luciano Oliveira Mattos de Souza, encaminhar ofício ao gabinete do governador solicitando que ele se manifestasse por escrito sobre as irregularidades constatadas nos processos do TCE, não houve retorno de Cláudio Castro.

Cláudio também têm polêmicas em seu governo por conta das chacinas policiais no Estado do Rio de Janeiro. A mais letal da história foi a Chacina do Jacarezinho, em segundo a Chacina da Vila Cruzeiro, e em quinto a Chacina do Complexo do Alemão. No total, 180 pessoas foram mortas em mais de 40 chacinas no Rio de Janeiro.

Foto Destaque: Cláudio Castro, Marcelo Freixo e Rodrigo Neves em fotos oficiais. Reprodução/G1

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