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Ataque cibernético faz com que Rússia e EUA operem em parceria

Em parceria com os Estados Unidos, a Rússia opera contra um ataque de “ransomware”. Foram apreendidas uma quantidade significativa em dinheiro e diversos equipamentos de informática, além de 20 carros de luxo.

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15 Jan 2022 - 14h12 | Atualizado em 15 Jan 2022 - 14h12

Nesta sexta-feira (14), a Rússia realizou uma operação contra um grupo de criminosos especializados em ataques de “ransomware” REvil que podem estar usando uma das técnicas mais comuns de bloqueio de arquivos. Atualizações de aplicativos falsos, “software” pirata infectado baixado de fontes não oficiais e endereços eletrônicos de “spam”, que contêm anexos corrompidos são uma das técnicas usadas. A pedido dos Estados Unidos, a operação prendeu e acusou formalmente os membros do grupo, segundo o serviço de inteligência doméstica russo FSB.



Colaboração dos EUA e a Rússia. (Foto: Reprodução/brasil247.com).


A colaboração entre a Rússia e os Estados Unidos, em um momento de grade tensão dos países sobre a Ucrânia, acarretou as prisões dos criminosos, evidenciando uma rara demostração desta parceria. O anúncio propagou-se justamente quando a Ucrânia estava respondendo a um relevante ataque cibernético que desativou sites do governo, mesmo que não haja evidências de que os incidentes estejam relacionados.

Segundo o serviço de segurança, o que houve foi uma operação conjunta da polícia e do FSB, onde foram vasculhados 25 endereços, detendo assim, 14 pessoas. Além disso, os dados apontam que os órgãos apreenderam 426 milhões de rublos, 600 mil dólares, 500 mil euros, equipamentos de informática e 20 carros de luxo. Conforme o que foi publicado no site da FSB, a Rússia informou diretamente os Estados Unidos sobre as medidas a tomar contra o grupo procurado. A embaixada americana, localizada em Moscou, disse que não poderia realizar comentários de ímpeto. 



Ataque Cibernético. (Foto: Reprodução/Witthaya Prasongsin/Getty Imagens).


"As medidas investigativas foram baseadas em um pedido dos... Estados Unidos", disse o FSB. "A associação criminosa organizada deixou de existir e a infraestrutura de informação utilizada para fins criminosos foi neutralizada." Podendo chegar até 7 anos de prisão, o canal de televisão REN trasmitiu toda a operação realizada para deter os criminosos. Uma fonte proficiente com o caso disse à Interfax que os membros do grupo com cidadania russa não seriam entregues aos Estados Unidos.

Foto destaque: Ataque Cibernético. Divulgação/Shutterstock.

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