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Aliados de Bolsonaro se incomodam com silêncio do presidente e planejam seu futuro

Além de quase não sair da residência oficial, o chefe do Executivo deixou de falar regularmente via WhatsApp com os assessores. Bolsonaro não quer mais se manifestar publicamente e com isso abafa significamente discursos barulhentos e conspiratórios

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19 Nov 2022 - 09h00 | Atualizado em 19 Nov 2022 - 09h00

Bolsonaro quer manter viva a ideia de que foi injustiçado, já que foi abandonado por todos os aliados. Nessa eleição a tática bolsonarista deu certo, até porque com ela o presidente coloca todas as eleições de bolsonaristas em suspeição, incluindo as de seus filhos, que vão continuar a gozar de foro privilegiado.

Após fazer duas declarações curtas no pós segundo turno – uma, para reconhecer a derrota; outra, para pedir que bolsonaristas parassem de bloquear rodovias –, e participar de um encontro com o Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro não mais se manifestou publicamente.

De acordo com apuração de Andréia Sadi para o portal G1, nos bastidores do governo houveram comentários de que o presidente estaria com uma dor na perna causada por uma inflamação. Segundo as fontes da jornalista, esse recolhimento de Bolsonaro é atribuído por aliados a um inconformismo por ter perdido e também à preocupação crescente com o seu futuro e o dos seus aliados na Justiça.



Em seu texto, Sadi lembra que Bolsonaro não tem garantias de que não será alvo da Justiça, assim como seus aliados, como o ministro da Justiça Anderson Torres, os filhos e os empresários que patrocinaram atos golpistas. O blog dela também apurou junto a fontes da transição de Lula que, até agora, não há nenhuma sinalização nem de Bolsonaro nem do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a quando o presidente pretende desocupar o Palácio da Alvorada e a Granja do Torto.

Um ministro de Estado disse que o presidente Bolsonaro vive em outro mundo, que caracterizou como sendo dos "Allan dos Santos, das [Carla] Zambellis... que faz muito barulho, dizendo que não vai deixar ninguém subir a rampa [do Planalto] mas que não leva a lugar algum. Talvez, na verdade, os leve para o banco dos réus".

O PL (partido de Bolsonaro) pretende entregar muito mais do que um direcionamento político para ele. Tudo indica que terá um salário, um emprego, para que o presidente tenha como custear uma nova moradia em Brasília.

Foto Destaque: Reprodução/Marcos Correa

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