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Agropecuária brasileira sofre com seca e chuva

Problemas climáticos geram consequências graves para alguns grupos alimentícios no Brasil. O milho e soja foi o grupo mais afetado pela seca e especialista apontam que o bolso dos brasileiros irá sentir esse impacto.

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22 Jan 2022 - 11h20 | Atualizado em 22 Jan 2022 - 11h20

A produção Agropecuária tem sofrido perdas por conta da seca no sul do país e as fortes chuvas em parte do sudeste, nordeste e centro-oeste. Com isso os custos nos campos prometem aumentar no ano de 2022, pressionando assim a inflação, fazendo com que parte dos alimentos fiquem comprometidos por conta dessas percas. A medida que as dificuldades no plantio e na colheita chegam, o valor dos alimentos ficam da vez mais caros. 

Os problemas climáticos vêm sendo notificados desde o fim do ano passado, como resultado do fenômeno La Niña no que lhe concerne, provoca chuvas fortes no Norte e Nordeste do Brasil e estiagem no Sul. Com isso os municípios do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Goiás e Tocantins, por exemplo, chegaram a declarar emergência.



Grãos (Foto: Reprodução/CampoENegocios)


Os principais impactos contabilizados, por enquanto, são caracterizados pelo milho e soja, frango, feijão, arroz, leite e carne bovina. Esses grupos de alimentos são afetados quando ainda estão em processo de produção, sendo assim, as consequências são bem evidentes nas prateleiras dos supermercados, fazendo com que os brasileiros sintam no bolso o aumento gerado por esse impacto no campo. 



Milho e soja (Foto: Reprodução/SuinoCulturaIndustrial)


De acordo com especialistas, o grupo que mais vem sofrendo com os problemas climáticos é o do milho e soja. A falta de chuva desde o final do ano passado prejudicou o desenvolvimento das plantas reduzindo a produção de muitas fazendas. Segundo o analista de grãos Lucilio Alves, do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP); ''No Sul, tem propriedade que já está indo para o segundo ou terceiro ano consecutivo de queda na colheita por causa de estiagem.''

"O cenário é complicado porque a safra de verão é tradicionalmente menor e essa quebra acentuou a dificuldade de abastecimento, que já era esperada para o primeiro semestre. Tanto é que o preço da saca de milho já superou R$ 100 em algumas praças. No Sul, já não se encontra saca por menos deste valor", diz o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. O setor, porém, espera recompor perdas com a entrada da segunda safra de milho, a partir de maio, que é bem maior e representa cerca de 75% da produção nacional do grão. Somando às três safras de milho do ano, o Brasil deve colher 112,9 milhões de toneladas, 29,7%  mais que no ciclo passado.  



Foto destaque: Milho e soja (Foto: Reprodução/GiroDoBoi)

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