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Filhas de Gugu acusam tia de manipulação em vídeo publicado na internet: “Pedi a Porshe que eu sempre sonhei e ela negou”

Gêmeas de Gugu Liberato acusam irmã do apresentador de manipulação e uma delas conta que a tia negou um carro de luxo para sobrinha. Confira:

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25 Ago 2021 - 22h14 | Atulizado em 25 Ago 2021 - 22h14

Nesta quarta-feira (25), a polêmica da geração de Gugu Liberato obteve mais um capítulo. Depois de serem emancipadas, as gêmeas de Gugu, Sofia e Marina, fizeram uma série de acusações a tia, Aparecida Liberato, que agora possui o controle do dinheiro do irmão. Segundo Sofia e Marina, uma tia estaria mentindo e tentando manipular-las, além de negar a união estável entre Gugu e Rose Miriam di  Matteo, mãe das jovens. 

 


 

 

                                                                 

                                                                                                 Filhas de Gugu com o apresentador. Reprodução / Instagram.

 

 


Em um vídeo adquirido pelo colunista Leo Dias, do jornal Metrópoles, as irmãs de 17 anos revelaram que jamais concordaram com a postura de Aparecida e resolveram contratar um advogado para expor a opinião sobre a relação dos pais. “Minha tia e os advogados dizem que minha mãe não tinha união estável com meu pai, mas eles tinham sim, nós éramos uma família e só quem sabe a verdade somos nós, eu não sei porque eles não reconhecem minha mãe como companheira do meu pai, porque eu reconheço”, contou Sofia.  “Antes eles queriam conversar comigo, mas quando eu discordei deles, não quiseram mais. Eles falaram que nunca vão aceitar que minha mãe era a companheira do meu pai e que era para gente não se meter em nada”, concordou Marina. 

Segundo Mariana, já surgem suspeitas sobre Aparecida há um tempo. “Há muito tempo a gente começou a desconfiar da nossa tia porque a gente achou muito estranho o jeito que ela agia com a gente, tratando a gente como criança, representando e explicando as coisas como se a gente tivesse oito anos de idade”, afirmou elaA primeira tentativa delas de contratar uma outra advogada não teve sucesso. “A gente continuou com a nossa tia, mas sempre desconfiando. A gente sabia que ela mentia para a gente, mas não tinha os fatos. Hoje, a gente descobriu que era verdade, que ela mentia para a gente”, pontuou Sofia. 

 

As gêmeas também se sentiram incomodadas quando Sofia quis comprar um carro de luxo, mas foi impossibilitada de comprar. Eu fui pedir um carro, não tinha um e queria muito ter um carro. Pedi para a minha tia a Porsche que sempre sonhei em ter. Ela disse que falou com a promotora e que a promotora tinha dito que eu não podia ter esse carro, que era muito de luxo para uma criança de 17 anos. Acabei comprando um carro que era metade do preço do que eu queria e não fiquei feliz”, queixou-se. A adolescente acabou comprando uma Dodge Charger, que nos Estados Unidos o valor é aproximado entre US$30,2 mil dólares (em torno de R$157 mil reais) até cerca de US$80 mil dólares (aproximadamente R$416 mil reais) 

 

E a polêmica sobre a herança de Gugu Liberato envolvendo as gêmeas não param por aí. Segundo as jovens, os advogados não contribuíam para que as meninas tivessem fácil acesso aos documentos do processo. “A gente pedia documentos, eles falavam que iam mandar, mas não mandavam. Pedi para me mandarem um documento que provasse o quanto a gente tinha de dinheiro em um dos bancos do Brasil. Nunca vi o documento”, contou Marina. As gêmeas também alegam que os familiares até mesmo assinavam documentos e tomavam decisões em nome delas sem que ambas soubessem. “Um exemplo foi quando o nosso primo pediu um dinheiro altíssimo e ela (Aparecida) assinou como se a gente tivesse concordado. Nem falou com a gente, a gente só soube pelo jornal”. 

 

Atualmente, as gêmeas estão sendo auxiliada por outro advogado, sendo ele Nelson Wilians, que representa também a mãe das meninas. De acordo com Sofia e Marina, a decisão não teve nenhuma influência de Rose Miriam“Nossa mãe sempre ficou do nosso lado e nunca nos pressionou a nada. Ela só quer o nosso bem”, contou Sofia. “Minha tia fala que a minha mãe manipulou a gente. Não é ela que manipulou a gente, é a minha tia que tentou manipular a gente”, acusou Marina. 

 

No decorrer do vídeo, as filhas de Gugu também contaram sobre um ocorrido em uma reunião com os advogados e familiares do pai, para repassar qual era o desejo de sua mãe. Na situação, segundo as gêmeas, Rose até abriria mão da herança, caso comprovassem a união estável dela com Gugu. “Falei que o mais importante para a minha mãe era a união estável e não o dinheiro e que por isso ela abrirá mão do que tem dinheiro, que acho que é 50% [da herança] “, disse Marina. 

 

De acordo com Sofia e Marina, a resposta teria sido debochada e agressiva. “Eles começaram a falar que não iam reconhecer porque ela não tinha união estável. Ela tem sim. Ela preenche os três requisitos, finalidade de constituição de família, relação duradoura e relação pública. Eles ficaram super bravos e começaram a rir da minha cara. Eles estavam bravos e nervosos comigo. Disseram que não iam discutir com uma criança… Que advogados são esses?”, contou ela. 

 

“Disseram que ela era só barriga de aluguel. Isso não é verdade… Minha tia disse que nós éramos infantas e desesperadas. Muitos adjetivos negativos”, mencionou Sofia. Já Marina contou que saiu chorando da reunião, depois da maneira como foi tratada. “Me senti muito humilhada, de verdade. Me senti um lixo. Comecei a chorar”, relatou a menina. 

 

Após algumas horas da circulação do vídeo, o advogado das adolescentes Nelson Willians, contou que as filmagens foram feitas diretamente para a justiça e foi “indevidamente vazado”. “Elas não dão entrevista para nenhum veículo de comunicação e nem darão. A gravação foi feita diretamente para a Justiça e faz parte do processo de Inventário que tramita em segredo de justiça. Portanto, o Vídeo foi indevidamente vazado A Imprensa e Os Fatos Serao apurados na esfera  cabível “ Contou com ELE Ao UOL. 

 

 

Foto Destaque: Filhas de Gugu liberato acusam tia de manipulção em vídeo. Foto: Reprodução / Jornal Metrópoles.

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