Celebridades

Drake conquista vitória em processo movido contra Kendrick Lamar e a Universal Music

O rapper canadense de 38 anos iniciou o processo em janeiro deste ano alegando ter sofrido uma difamação por parte da gravadora Universal Music (UMG)

03 Abr 2025 - 20h08 | Atualizado em 03 Abr 2025 - 20h08
Drake conquista vitória em processo movido contra  Kendrick Lamar e a Universal Music Lorena Bueri

De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (2) pela Hollywood Repórter, o rapper Drake, ganhou na Justiça norte-americana uma vitória parcial, sobre um processo que envolve seu nome, o do músico americano Kendrick Lamar e a Universal Music. O canadense alegou que a gravadora promoveu uma música, na qual ele é visto como um pedófilo criminoso que estimula à justiça com as próprias mãos. Além disso ele alega que o sucesso do hit “Not Like Us”, foi impulsionado artificialmente pela sua rivalidade com Lamar. 

Juíza permite que Drake acesse o documentos da gravadora

A juíza Jeanette Vargas, de Nova York, concedeu ao time jurídico do cantor que ele tivesse acesso aos documentos e contratos da gravadora, devido a fase da ação por difamação, incluindo também as cláusulas relacionadas à faixa “Not Like Us”, lançada por Kendrick Lamar no ano passado.

O hit, que acirra a grande rivalidade entre os dois rappers, conquistou cinco premiações no Grammy e foi tocada durante o evento do Super Bowl, inclui partes onde Drake é chamado de pedófilo, além de ser acusado de praticar maus-tratos contra a ex-tenista americana Serena Williams, quando mal tinham um relacionamento. O rapper canadense afirma que todas as acusações feitas contra ele são ofensivas e sem fundamento, o que caracteriza difamação. De acordo com a alegação de Drake, a Universal Music aprovou, publicou e lançou uma campanha para criar um hit viral a partir de uma faixa de rap com a intenção de transmitir a alegação factual específica, inconfundível e falsa.


Rapper Drake (Foto: reprodução/Instagram/@drake)


Defesa de Drake e Universal se pronunciam sobre o caso

O advogado do rapper canadense, Michael Gottlied, comentou sobre a decisão, dizendo que agora seria a hora de realmente ver o que a UMG (Universal Music Group) estava tentando desesperadamente esconder.

Drake iniciou o processo em janeiro deste ano, alegando que a gravadora promoveu uma canção de forma deliberada, com o apoio do Spotify, com o intuito de aumentar de forma artificial o número de streaming. A Universal em sua defesa, afirmou que a alegação de Drake era sem fundamento e que ele estava fazendo isso, apenas pelo fato de ter perdido uma batalha de rap.

A Universal disse ainda que Drake deveria aceitar a derrota como artista despreocupado que costuma dizer ser, e que ele processou sua própria gravadora em uma tentativa equivocada de curar suas feridas. Além disso afirmou que a queixa do cantor é totalmente sem mérito e deve ser rejeitada com preconceito.

A audiência que irá tratar sobre o pedido de anulação do caso, está marcada para o dia 30 de junho.

Foto destaque: Drake (Reprodução/@champagnepapi/Instagram)Foto destaque: Drake (Reprodução/@champagnepapi/Instagram)

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