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Ronnie Lessa entrega quem mandou matar Marielle Franco

A cada dia, novas informações ajudam a elucidar o crime que ocorreu na noite de 14 de março de 2018

20 Mar 2024 - 10h40 | Atualizado em 20 Mar 2024 - 10h40
Ronnie Lessa entrega quem mandou matar Marielle Franco Lorena Bueri

Durante a delação premiada homologada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-PM Ronnie Lessa relatou os mandantes e os detalhes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. De dentro do presídio, Ronnie Lessa participou na segunda-feira (18) por videoconferência com o juiz que participa da equipe do ministro e reafirmou os termos dos depoimentos e revelações feitas para a investigação policial.

Detalhes da delação

Ronnie Lessa não pretendia colaborar com as investigações da Polícia Federal. Ele só apresentou sua versão dos fatos após o outro suspeito, Élcio de Queiroz apontá-lo como o criminoso que puxou o gatilho. Por duas horas, gravadas em áudio e vídeo, o ex-PM revelou os mandantes do assassinato de Marielle Franco, incluindo informações a respeito de reuniões junto aos contratantes. Essas reuniões que aconteceram antes e depois do homicídio. Ele também forneceu diversos indícios e provas sobre seu envolvimento no duplo assassinato e quais razões levaram a encomenda da morte de Marielle Franco.

Lessa segue preso em cela isolada na penitenciária federal de Campo Grande (MS) desde 2019. Em agosto de 2023, Elcio de Queiroz, outro suspeito que está colaborando com a investigação da PF e do MP do Rio, apontou Ronnie Lessa como autor dos disparos no duplo assassinato. Existe ainda a suspeita de envolvimento de parlamentar do Congresso Nacional, o que fez com que o caso fosse parar no Supremo. A investigação segue com diligências em curso para fechar de vez os detalhes e atribuir criminalmente sobre o mando da morte de Marielle Franco e de Anderson Gomes.


Ronnie Lessa preso pelo assassinato da vereadora e o motorista (Foto: reprodução/G1)


Quem é Ronnie Lessa

Apontado como o autor dos disparos no crime ocorrido em 2018, Ronnie Lessa passou pelo exército no início da carreira militar. Em 1992, já como policial militar, trabalhou como adido na Polícia Civil do Rio de Janeiro e usou do cargo para impulsionar sua carreira criminosa, pois conhecia mais as ruas que os policiais civis, se destacando pela agilidade e pela coragem na resolução dos casos. Foi expulso da corporação em 2021, por conta das investigações do caso Marielle. No mesmo ano, foi condenado pela ocultação das armas que teriam sido usadas no crime. Para o Ministério Público, Lessa jogou as armas no mar da Barra da Tijuca.

Foto destaque: Marielle em sessão no Plenário (Reprodução/Rafalla Cassiano/Extra - O Globo) 

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