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Departamento de Defesa dos EUA investiga uso de aplicativo para conversas ultrasecretas

Após um jornalista ser adicionado por engano a grupo ultrassecreto do governo; o Pentágono investiga falha que envolve a segurança do Departamento de Defesa

04 Abr 2025 - 20h40 | Atualizado em 04 Abr 2025 - 20h40
Departamento de Defesa dos EUA investiga uso de aplicativo para conversas ultrasecretas Lorena Bueri

Após um jornalista do jornal The Atlantic, Jeffrey Goldberg, ter sido adicionado por engano a um grupo no aplicativo de mensagens Signal onde estratégias ultrassecretas sobre bombardeios no Iêmen estavam sendo discutidas, o Pentágono, sede do Departamento de Defesa americano, anunciou nessa quinta, dia 03, que irá abrir uma investigação sobre o caso. A inclusão acidental do jornalista no grupo expôs não somente os planos militares sigilosos, mas também levantou questionamentos sobre os cuidados com a segurança cibernética e os procedimentos internos adotados por membros do alto escalão do governo dos Estados Unidos.

Investigação irá analisar se os protocolos de segurança foram seguidos

Em um comunicado oficial, o inspetor-geral interino do Departamento de Defesa, Steven Stebbins, afirmou que "o objetivo desta avaliação é determinar até que ponto o secretário de Defesa e outros funcionários do Departamento cumpriram as políticas e procedimentos para o uso de um aplicativo de mensagens comerciais para assuntos oficiais". O governo federal estadunidense dispõe de canais de comunicação próprios para que todas as informações sejam trocadas neles, e o Signal não é um canal autorizado. O uso de aplicativos não oficiais pode comprometer operações e causar o vazamento de dados e informações que o governo não deseja que se tornem públicos.


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O secretário de defesa Pete Hegseth (Foto: Reprodução/Getty Images Embed/Andrew Harnik)


Membros do governo pedem a demissão do secretário de defesa

Quando o jornalista Jeffrey Goldberg divulgou em reportagem o vazamento de informações sigilosas que havia ocorrido, isso gerou uma crise no governo. Em carta conjunta, os congressistas americanos afirmaram que “se for verdade, esta reportagem levanta questões quanto ao uso de redes não classificadas para discutir informações confidenciais e classificadas, bem como o compartilhamento dessas informações com aqueles que não têm autorização adequada e precisam saber”. Além do secretário de defesa Pete Hegseth, outros nomes que integravam o grupo criado eram o vice-presidente J.D. Vance, o secretário de Estado Marco Rubio e a chefe de gabinete da Casa Branca Susie Wiles.

Foto destaque: O secretário de defesa Pete Hegseth (Reprodução/X/@RpsAgainstTrump)

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